(Foto: Reprodução)

Não sei porquê, mas fazia tempo que eu não parava de pensar em você. Não faz essa cara, eu tô falando sério. Sei que não parece, quer dizer parece algo sim, mas não o que eu quero que pareça. Confuso, não? Mas saiba que eu te via, distante, mas via. Sempre achei curioso o modo como você agia quando estava focado em alguma coisa, jeito unicamente singular.  Observar as pessoas é meu hobbie e você por muito tempo esteve na minha lista de vítimas, talvez ainda esteja. Não vou dizer que sim, nem que não, gosto de deixar as coisas pairarem pelo ar. Tire suas próprias conclusões.

Só me olha profundamente, me escuta atenciosamente. Meu objetivo final não é ser sua namorada, quero ser sua amiga. Quem sabe me tornar a pessoa em que você possa confiar, alguém capaz de fazer você se abrir e mostrar quem realmente é e não o que quer que as pessoas vejam. Prometo não te decepcionar. Essa é a única certeza que eu posso te dar em meio ao meu mundo de incertezas e inconstâncias. Porém não ligaria de te namorar, desde que você consiga lidar com o meu mundo interiormente bizarro. Tarefa difícil já que nem eu mesma sei.

Mesmo me sentindo vulnerável toda vez que me olha, gosto do seu olhar. Constantemente tenho a sensação de que está querendo me ler. Tentando provavelmente. Mas não perca seu tempo com isso, no final você vai acabar sabendo quem eu realmente sou. Espero que meu eu te agrade, mas tudo bem também se não agradar. Enquanto não descobre se eu sou o que você idealizava, por quê não senta do meu lado, pega na minha mão e conversa? Gosto de conversar com você. Me faz bem, me transporta a lugares que por um tempo achei que não voltaria. Apenas me arraste pra longe do meu monólogo.

Estou maleavelmente cansada de ser telespectadora da minha própria escuridão, precisava de luz. Você demorou pra chegar trazendo sua calmaria, mas chegou, finalmente. Ei, olha pra mim, me cobre com seu abraço, me enlaça com a sua amizade. Deixa a gente virar o porto seguro um do outo, se livrar das dores do passado juntos, se reconstruir. Tudo bem se no final não der certo, só deixa as coisas valerem a pena por mais que seja por pouco tempo. Não sei porquê, mas faz tempo que eu não paro de pensar em você, em nós.


(Foto: Reprodução)

Olá chuchus!

Sei que eu estou meio atrasada para falar sobre A Bela e a Fera, mas vai que tem alguém aqui mais atrasado que eu né? Caso tenha, corre para o cinema que ainda dá tempo.

Desde que o filme lançou li e ouvi opiniões bem diversas, uns amaram outros odiaram. As vezes essa confusão de achismos me deixava bem insegura, porém minhas expectativas estavam lá em cima, A Bela e a Fera é o meu clássico da disney favorito. De uma coisa eu sabia, eu precisava ir ao cinema ver com meus próprios olhos e tirar as minhas conclusões.

Apesar de ter algumas diferenças nos figurinos e personagens, eu gostei muito. O ruim de fazer uma remontagem é que as pessoas sempre vão ficar comparando com a primeira, e sempre vão querer que seja exatamente igual. Mas, eu acho que mudanças sempre são boas, ainda mais vindo de um clássico que foi feito a mais de 15 anos atrás.

Fã de musicais que sou, acredito que o que pode ter incomodado alguns telespectadores da versão live-action, é que os filmes musicais são bem cansativos. São poucas as pessoas que gostam de filmes assim, no caso da  Bela e a Fera eles aumentaram a quantidade de músicas o que fez o filme ficar mais extenso que o original.

Gostei demais do cenário, apesar de terem apostado em um visual mais apagado, diferente da animação onde as cores são bem vivas, parece que combinou mais com o contexto da história. Mas não estou virando a casaca, sou apaixonada pela animação, só acho que como o começo da história é mais deprê o visual cênico favoreceu, no meu ponto de vista.

A diversidade presente no filme é bem legal também, apesar do contexto histórico onde a história se passa não favorecer muita abertura para a diversidade, os produtores deram um jeito de encaixar, o que ficou bem legal. Eles também acrescentaram um toque de humor, que não tinha tanto na animação.

Assisti o filme dublado, apesar de odiar assistir assim não tive muita opção era a sessão que tinha. Mas de tudo não achei tão ruim, pois, estava mesmo querendo ver como os dubladores se saíram. E só tenho elogios a fazer, todos cantam muito bem e as vozes dos atores combinaram bastante com os atores e suas respectivas personagens.

E pra finalizar, já que essa resenha está ficando enorme, outra coisa que me chamou muita atenção foi terem inserido o passado das personagens principais. Deram um motivo para a Fera ser tão má e fria, e um motivo para a Bela ter apenas seu pai.



Espero que tenham gostado da resenha, me contem se já assistiram ou se presentem.

Um beijo da Jujuba e até o próximo post.



Olá chuchus!

Faz algumas semana que eu não faço resenhas literárias aqui no blog, porque não estava conseguindo ler muitos livros. Mas, consegui terminar essa semana um muito legal da série Fala Sério de uma das minhas autoras favoritas, inclusive já falei dela várias vezes aqui, Thalita Rebouças.

A série Fala Sério é dividida em vários livros contando a história da mesma personagem, a Maria de Lourdes, ou Malu, como ela prefere ser chavada. Os livros não contem histórias continuas, são crônicas que mudam de acordo com a idade da personagem, ou seja, cada capítulo é uma idade diferente.

Dentro desse formato a Thalita criou vários fala sérios, como o mãe, pai, irmão, irmã, professor, amor e amiga (acho que são esses, posso ter esquecido algum). Inclusive já escrevi resenha do Fala Sério Mãe aqui. Tem também o Fala Sério Filha, que ainda não li, mas acredito que seja narrado pela mãe da Malu, Angela Cristina.

Agora que vocês já entenderam como funcionam os livros, caso não soubessem, bora lá para a resenha de Fala Sério Professor.

Apesar de ter alguns livros dessa série eu só consegui ler o Fala Sério Mãe e o Fala Sério Professor, o primeiro que li da série, achei engraçadíssimo. Na verdade os dois que li são muito engraçados, mas o Fala Sério Mãe para mim foi mais um livro para me divertir não senti uma identificação, como senti ao ler o Fala Sério Professor.

As crônicas continuaram bem humoradas, você dá boas risadas (dica: não leia em locais públicos se não quiser passar vergonha). Apesar do livro ser dividido em crônicas, a Thalita faz ligações entre as histórias dos livros, como se a personagem lembrasse daquele momento. O legal disso é que apesar de não ser uma história corrente, você liga os pontos da vida da personagem tornando ela uma história contínua.

Me identifiquei com várias partes do livro, pois, me fez lembrar da época da escola. Atitudes que eu tinha na escola, inclusive acho que eu e a Malu somos alunas muito parecidas (risos). Também tem algumas atitudes digamos que clichês que geralmente os professores tem, que me fez pensar em vários professores que já tive na vida.

Me contem se já leram o Fala Sério Professor ou algum livro da série.

Um beijo da Jujuba e até o próximo post.


(Foto: Reprodução/Tumblr)


Querido diário,

As vezes parece que eu não sou desse século, há discussões, suposições, afirmações e negações que são tão, não eu. Sinto falta de coisas antigas, dos valores, do modo como as pessoas viviam. Isso não se trata em ser machista ou feminista, se trata apenas de vida. Muitas vezes me pego pensando em como seria viver meus 20 anos na década de 60, sem internet, menos vida social, mais vida real. 

Imagina a sensação de uma garota apaixonada ao aguardo da carta de seu amado. As vezes demoravam dias, meses. Imagine só você ficar dias sem ter contato direto com aquela pessoa que gosta, a espera apenas de uma carta. Talvez, nós da geração tecnológica não nos acostumaríamos. Somos tão imediatistas, as vezes até demais.

Fico pensando na adrenalina de um cara ao ir na casa da amada para pedir sua mão em namoro. Nos namoros simples, sem maldade, namoros de mãos dadas e beijos na bochecha, no respeito. Não estou dizendo que nesse século isso tenha sido extinto, deve existir em algum lugar desse país. A questão é que esses pequenos atos deixaram de ser essenciais e passaram a ser banais e retrógrados, o que ao meu ver é uma grande perca.

Estar ansiosa a espera do próximo capítulo da rádio novela, como se estivesse esperando o próximo capítulo de Avenida Brasil, só que pelo rádio. Ouvindo apenas as vozes dos atores e imaginando quem seriam os donos daquelas vozes. Eu particularmente, amaria trabalhar em uma novela assim, onde as pessoas me reconhecessem pela minha interpretação e não por quanto do meu corpo está a mostra.

As roupas me encantam tanto, os vestidos rodados, estampados, florais, com cores vibrantes, neutras. Os cabelos diferentes com penteados variados. Engraçado pensar que uma mesma sociedade, pode mudar tão radicalmente. Isso não quer dizer que é ruim, desde que surgiu a humanidade as coisas sempre foram assim. Sempre louca e instável, em constante processo de transformação.

Festas da velha guarda, recheada de diversão e respeito, dançar até cansar ao som de Celly Campelo, Roberto Carlos ou alguma banda legal que não me recordo. Musicas que divertiam o pessoal sem denegrir a imagem da mulher e do homem. Não ter que conviver com tamanha maldade e desrespeito que tem hoje em dia.

Sinto falta de estar em uma sociedade que não ache que o sexo é o mais importante, sexo é importante para uma relação, é bom e tal, mas não é o essencial. É só um complemento, pra mim é, mas para a grande maioria ao meu redor é o mais importante. Ao meu ver é bem ruim, e o caráter, honestidade, perseverança, não contam?

Talvez as coisas nos anos 50 e 60 nem fossem tão maravilhosas quanto eu idealizo, mas eram diferente do que é hoje e eu me sinto um pouco triste por estar aqui nesse mundão agora, e não naquela época. Mas, ao mesmo tempo me sinto extremamente grata a Deus pelo dom da vida. pela oportunidade de acordar e levantar bem e com saúde todos os dias. 



Olá chuchus!

Pra quem me acompanha aqui no blog e nas redes sociais, não é novidade alguma o quanto sou apaixonada por teatro musical. Sábado passado, tive a oportunidade de ir ao teatro Alfa conferir o espetáculo O Homem De La Mancha. Sei que sou bem suspeita para falar que amei, mas EU AMEI. AMEI MUITO, AMEI PARA CARAMBA, QUERO VOLTAR LÁ, ALGUÉM ME LEVA POR FAVOR, NUNCA TE PEDI NADA!

Sinopse:

"O emocionante musical da Broadway sobre as aventuras de D. Quixote, seu escudeiro Sancho, e sua amada Dulcinéia, foi adaptado para o Brasil por Miguel Falabella nesta super produção, premiada na categoria “melhor espetáculo”  5 vezes, pelos mais importantes  prêmios  de teatro.

O coletor de impostos Miguel de Cervantes é preso por cobrar impostos de uma Igreja e é expropriado de seus pertences. Ele quer reaver um manuscrito, o único bem para o qual dá valor. Ele é julgado. Sua defesa é uma peça de teatro na qual se transforma em D. Quixote e conduz a plateia em aventuras pelas planícies de La Mancha até um final pleno de emoções.

O musical é consagrado pela canção Sonho Impossível, tema de D. Quixote, e por grandes números musicais coreografados para grande elenco."

Quando eu fui assistir Rent, foi uma sensação incrível, pois, era uma peça que eu gostava muito. Já tinha assistido no Youtube, sabia a história de trás para frente e praticamente todas as músicas. Já com O Homem De La Mancha foi uma experiência totalmente diferente, porque eu quase não sabia o enrredo da peça, então, foi uma descoberta emocionante. Sim, emocionante porque na ultima cena do espetáculo eu estava imersa em lágrimas.

Acho que de todos os 4 musicais que eu já assisti no teatro nessa vida, esse foi o que mais me emocionou. A montagem está incrível, os atores são ótimos, as músicas, cenários, coreografias estão perfeitas. É uma história que te faz pensar sobre como ter um olhar diferente do mundo, muda as coisas ao nosso redor. Te ensina a lealdade e cumplicidade que pode existir em uma amizade, e que o amor verdadeiro enxerga sua essência, não seus defeitos.

Recomendo muito esse espetáculo para todos, principalmente que ama musicais assim como eu. Ele está em cartaz no Teatro Alfa em Santo Amaro em São Paulo.
Horários e dias: Quinta às 21h00, Sexta às 17h00 e às 21h30, Sábado às 17h00 e às 21h00 e Domingo às 17h00. Os valores variam de 25 a 190 reais, vale a pena dar uma consultada no site da Ingresso Rápido.






É isso, espero que vocês tenham gostado. Me contem se já foram ou pretendem assistir esse espetáculo. Dicas, sugestões, informações, desabafos é só mandarem e-mail para diariodeumajujuba@gmail.com

Um beijão e até o próximo post.






(Foto: Reprodução)

— Um, dois, três e tcharam! Pode olhar. — disse Clarice, minha melhor amiga.
Confesso que fiquei encantada quando vi meu reflexo no espelho, sabia que ela faria um ótimo trabalho mas mesmo assim me surpreendi.
— Uau, amiga ficou lindo. — abracei ela bem apertado — Muito obrigada, eu estava precisando disso.
— É eu sei, você e sua teoria de mudar o cabelo quando sofre desilusões amorosas. — debochada começou a fazer caretas e poses, imitando meu jeito de falar  — Mas, não esquece que a mudança tem que vir dai de dentro também. Não é o seu exterior que sofre, mas sim seu interior. Vê se não se acomoda com a mudança esterna, para parecer feliz quando no seu interior as coisas não andam tão bem assim, viu? — concluiu, segurando minha mão daquela forma que apenas as melhores amigas sabem fazer.
— Sim senhora! Minhas mudanças exteriores sempre partem do interior — debochei, o que fez a Clarice cair na gargalhada — O que? Tô falando sério, palhaça.
— Claro que está. Mas enfim, vamos voltar a falar dessa obra de arte aqui, sabe que você consegue ficar linda até de cabelo azul? — falava enquanto mexia nos meus cachos e os via no reflexo do espelho.
— Gostaria de poder não concordar para você não ficar se sentindo a melhor cabeleireira da cidade, mas vou ter que concordar que o cabelo ficou mesmo lindo — amassava os cachos e só conseguia pensar no quanto minha amiga tinha nascido para aquela profissão. Desde que eu conheço a Clarice ela sempre gostou de modelar, esticar, alizar, enrolar, fazer penteados, enfim, com os cabelos e eu sempre era a cobaia, claro. Faz um ano que nos formamos no Ensino Médio, e ela decidiu se aprimorar no que sempre gostou. Já era excelente antes, agora que está fazendo esse curso está cada vez melhor. Fazia muito tempo que eu estava querendo colorir meus cabelos, mas tinha medo ainda mais tendo o cabelo cacheado. Afinal, minhas maiores inspirações de cabelos coloridos tinham eles lisos. — Mas quanto ao linda, não sei se sou tão linda assim. Até porque se fosse o Gui não tinha me trocado por aquela .. deixa pra lá.
— Opa, opa, opa, que deprê é essa dona Alicia? Acabei de falar sobre a importância da mudança interior e pelo jeito já entrou por um ouvido e saiu pelo outro né? — sentou-se ao meu lado e ficou me olhando com cara de brava, ou tentando parecer brava — amiga, ele é um trouxa, quem perdeu foi ele. Você é linda, simpática, amorosa, carinhosa. Gostaria de dizer que aquela lá é ridicula, mas nem pra ser feia ela presta né? Poxa, tinha que ser gata?
— Tô me sentindo tão melhor agora, muito obrigada — retruquei irônica, enquanto ela ria e se desculpava.
— Escuta, não quis te diminuir. Mas você precisa entender que apesar de ela ser uma biscate, ele também tem culpa no cartório Lia. — Lia era como me chamavam, desde ... sempre. Até hoje eu não entendo muito bem o porquê, simplesmente pegou — Ele era comprometido, entende? E sabendo disso não te respeitou, não te deu valor. Então, ergue essa cabeça, aproveita esse cabelo lindo, afinal, ele vai estar ai bem chamativo para que você consiga ir mudando o interior também.
Respirei mundo e concordei com a cabeça, ela estava certa os dois tiveram uma certa culpa, por que eu tenho que ficar me culpando. Fiz tudo que podia para o nosso relacionamento dar certo, ele foi um mal caráter, não eu.


Olá chuchus,


Pra quem me acompanha aqui no blog, ou no insta, não é novidade pra ninguém que eu sou a louca do teatro musical. Inclusive, até já fiz uma resenha aqui sobre o último musical que eu fui. Pensando no meu amor incondicional com os musicais, achei legal dividir minhas peças favoritas com vocês. Afinal, esse é um diário, o meu diário e é ótimo dividir meus gosto e conhecer os de vocês. Quem sabe nos comentários, não apareça uma pessoa tão apaixonada por musicais quanto eu.

Vamos lá!

Não tem como não começar pelo musical que deixou todos os amantes de musicais alucinados ano passado. Se você entende minimamente de musicais sabe de qual espetáculo estou falando. Sim ele mesmo, WICKED. Como não se apaixonar por essa história? Pra quem não faz a menor ideia de como é o enrredo, ai vai uma breve descrição: a peça conta sobre a história de Elphaba, a bruxa má e Glinda, a bruxa boa. Só que não exatamente a má e ruim e a boa é um amor. O espetáculo é bem recente no mundo musical perto de outros musicais, mas ele é lindo. Relata basicamente um backstage de O mágico de Oz, cheio de magia, amor, amizade, caráter, enfim é apaixonante. Confesso que me arrependo amargamente de não ter ido ver esse musical incrível ano passado.







"Não vamos pagar, o ALUGUEL!" E você pretende pagar o aluguel? Tá vou parar de ser louca, vocês não devem estar entendendo nada. O segundo dono do meu coração é RENT, que é o musical que eu mencionei a cima no caso. Rent tem uma pegada musical um pouco diferente dos outros, tem um estilo mais voltado ao rock e pop rock. E isso, pelo menos para mim, se encaixa perfeitamente com a história retratada, afinal, passa nos anos 90 e engloba temas polêmicos como homossexualidade, drogas, sexo e aids. Mas mesmo abordando temas digamos "fortes" no contexto da peça, o que realmente chama atenção é a busca das personagens pelo amor, e a união presente nas amizades. Emocionante!







E pra finalizar, já que o post ta ficando bem grande kkkk, vamos de CHICAGO! Esse tem um contexto bem diferente dos mencionados acima. Em Chicago temos duas personagens principais: Roxie Hart e Velma Kelly. A maior parte da peça se passa em um presido feminino, e muitas estão lá por ter cometido algum crime com seus respectivos companheiros. A história começa a se deslanchar quando Roxie é presa, pois ela acaba virando a estrela do presidio e para a Velma isso é péssimo, pois, ela era a estrela antes. Dai por diante começa uma disputa de poder, e tudo isso é retratado com muito humor e jazz.






É isso! Me contem se já assistiram algum deles (nem que seja pelo YouTube como eu fiz com Wicked e Chicago), me contem o que acharam. E se tiverem outros musicais favoritos contem também, vai ser ótimo partilhar.

Um beijo da Jujuba e até o próximo post.