(Foto: Reprodução)

Olá chuchus!

Faz tempo que eu não falo sobre cinema por aqui e como eu fui ao cinema ontem, achei legal comentar sobre o filme que assisti. Sim, eu tenho 20 anos e fui assistir "Meus 15 Anos" e não, eu ainda não amadureci (kkkk). Eu amo filmes, séries, revistas e livros que falam coisas sobre o mundo teen. Inclusive, sou muito zoada pelos meus amigos da faculdade por causa disso. É a vida né? Fazer o que. O legal é que a minha mãe também gosta de filmes e livos com essa pegada bem teen, então a gente se diverte juntas. 

Sinopse do filme:

"Aos quatorze anos de idade, Bia (Larissa Manoela) descobre que vai ganhar uma grande festa de quinze anos. Mas tem um problema: a garota sonhadora e apaixonada por música não tem muitos amigos para convidar ao evento, por ser pouco popular na escola. Ela conta com a ajuda do único grande amigo, Bruno, e do pai Edu, para consertar a situação."

Resenha:

Ele é um típico filme adolescente, se você espera assistir algo inovador, nem vai. Porque ele é bem previsível, bem clichê. Mas pra mim foi ótimo, eu gosto de clichês. A Bia é aquela garota nerd, que não tem muitos amigos e isso está tudo bem para ela. Assim ela evita chamar atenção, fica invisível no seu cantinho. Confesso que o jeito da personagem me lembrou meus tempos de escola. Apesar de hoje eu possuir facilidade em criar amizades, as coisas nem sempre foram assim. No meu tempo de escola eu era a nerd que sentava na frente na mesa do professor e abria a boca só pra falar com a melhor amiga e talvez uns meninos que fossem mais chegados. Teve uma época em que eu era a melhor amiga nerd e feia da menina mais gata e popular do colégio, mas mesmo assim eu me esquivava do holofote, a sombra era a minha praia.

Mas chega de falar de mim, bora voltar para o filme. Apesar de ser muito na dela, ela tem um melhor amigo, o Bruno. Que é um cara super parceiro e gente boa, sempre está do lado dela e vive dando uma forcinha para que ela perca a timidez e mostre o talento que tem. Ah, esqueci desse detalhe! A Bia ama cantar, toca ukulele e escreve musicas. O Bruno por sua vez também gosta de música, canta, ajuda a Bia a escrever musicas e toca violão. Como um bom clichê adolescente, não demora muito pra gente perceber que o Bruno tem uma quedinha pela melhor amiga. E é claro que todo mundo percebe isso, menos ela.   

O Edu, pai da Bia, é um figurassa. Ele é aquele tipo de pai bem inconveniente no bom sentido da inconveniência (kkkkk). Como ele trabalha com eventos, vira e mexe ele busca a Bia na escola vestido de Mariate, salsinha e outras coisas que quase não são constrangedoras para um adolescente. Essa parte eu achei demais e lembrei muito da minha época de escola. Tem uma fase da nossa vida que a gente não quer mais que os nossos pais nos levem ou nos busquem, rola aquela vergoinha boba. Admito que tive uma fase assim. Acho que se meu pai aparecesse na porta da minha escola na época vestido de comida, eu surtaria. Mas hoje eu iria achar super engraçado e realmente não me importaria.

O enredo começa a se desenrolar quando surge uma grande promoção em um shopping. A promoção era o seguinte, se você fizesse compras no shopping teria direito a um cupom para concorrer a uma festa de 15 anos. Não uma simples festa, mas A FESTA. Com direito a tudo, inclusive show da Anitta. Até eu queria essa festa, gosto demais da Anitta. Me julguem! O único problema é que a Bia não quer de jeito nenhum essa festa. Ao ver dela não iria ninguém, pois os únicos amigos que tem são o pai e o Bruno. Outro detalhe que esqueci de passar, a mãe dela faleceu há uns anos. Então ela mora com o pai, que é um paizão por sinal.

Em uma das conversas que ela teve com o pai, ela disse que nem tudo o que ela fala que não precisa quer dizer que não quer. Usando essa linha de raciocínio, o Edu achou que ela amaria a festa. Mas quando ela soube que ganhou o concurso, ficou meio furiosa. Coisa de adolescente. E é ai que entra a invejosa. Todo livro ou filme adolescente, tem que ter uma né? É de lei. Como a Bia tem um gênio forte, apesar de tímida acaba ganhando forças e coragem para aceitar fazer a festa. Daí por diante, gente fazendo de tudo para conseguir um convite para a festa não faltou.



Gostaria de especificar mais, mas acabaria jogando um spoiler sem querer. Então se você gostou, corre para o cinema que ainda dá tempo. Me contem o que acharam da resenha e se já foram ao cinema conferir o filme.

Beijos da Jujuba e até o próximo post.




(Foto: Reprodução)

Não consigo entender por quê me ama. Justo eu tão pequena, miserável, pecadora. Parece que não vê minhas faltas, pois continua a me amar, me cuidar, me consolar, apesar de muitas vezes eu o abandonar. Pode parecer hipocrisia, mas eu o amo. Talvez não tanto quanto você me ama, mas o amo. Pois, mesmo sem nunca ter o visto, te desejo ao acordar. E quando me afasto de ti, sinto sua falta a cada instante. Mesmo, ainda assim, me afastando várias vezes ao longo do tempo não consigo viver sem ti.

Quando cogito pensar que viveria melhor sem ti, sempre quebro a cara. Pois as minhas escolhas nem sempre são tão boas quanto as tuas. Talvez suas escolhas me doam na carne, mas quando passa a tempestade, consigo enxergar o quanto aquela dor foi boa para me fortalecer. Vejo que o meu querer não era o melhor pra mim. Os caminhos fáceis que busquei me levavam cada vez mais para escuridão, me tornavam infeliz, amargurada. No começo até tinha uma falsa felicidade, mas ao deitar minha cabeça no travesseiro aquelas más escolhas pesavam.

Sei que não mereço o seu amor, sei também que não vai desistir de mim tão fácil, mas caso um dia pense nessa possibilidade, por favor, não a faça. Não sei o que seria de mim sem a tua presença. O amo demais, mais que qualquer coisa ou pessoa que já tenha passado na minha vida. Sou totalmente dependente de ti, fico perdida quando não o vejo. Assim como uma criança se desespera quando perde os pais de vista em meio a uma grande multidão.

Então por favor não desista de mim, continue a me amar. Segura firme a minha mão e me guie, me ensine a te amar cada vez mais, é o que eu quero para minha vida. Quero que esteja ao meu lado me ajudando em minhas escolhas. Me mostrando quem você quer que esteja ao meu lado. Para que eu e as pessoas escolhidas possamos segui-lo, para que a gente possa viver nossas vidas sem deixar de ama-lo. Afinal, apesar de toda essa minha treva, tu és o amado de minha alma. 








(Foto: Reprodução)

Não quero romances de novela ou de filmes. São lindos, não nego, o casal é totalmente apaixonado, mas, até chegar o fim da trama vivem em pé de guerra. Não quero isso pra gente, sou encantada pela calmaria. Ao seu lado quero a sensação parecida com a de observar o movimento das ondas do mar em uma praia vazia. Gosto da loucura dos seus abraços sinceros e os beijos demorados, que a nossa insanidade esteja presente apenas nisso. Na vida as coisas devem ser doces, com guerras tranquilas, sem gritos, sem brigas, sem magoas, apenas conversas sérias caso necessário.

Estou cansada dos gritos, convivi com eles no passado e não os quero mais. Por favor, seja meu porto seguro, minha tranquilidade. Preciso de segurança, não de dúvidas. Alguém que planeje meu não planejamento futuro ao meu lado, tudo bem pra você? Prometo que serei sua calmaria, sua segurança, confiança, tranquilidade com um pouco de insanidade, afinal qual é a graça de ser apenas são? É necessário uma pitada de loucura, uma colher de chá de desejo e uma colher de sopa cheia de saudade, pra que a gente não se enjoe.

Quero encontros simples, conversas sinceras, honestidade. Posso te dar todas essas coisas, só preciso que me dê o mesmo. Se for demais pra você, me avisa que me afasto. Não vamos perder tempo um com o outro, não quero te usar e nem quero que me use. Já fui usada por tantas pessoas, é demais pedir para respeitar minha sensibilidade? Sou como vidro, estive em cacos e eles cortaram pessoas especiais. Não quero te cortar, nem quero ser quebrada novamente. Podemos fazer um trato sobre isso, o que você acha?








(Foto: Reprodução)

Não sei porquê, mas fazia tempo que eu não parava de pensar em você. Não faz essa cara, eu tô falando sério. Sei que não parece, quer dizer parece algo sim, mas não o que eu quero que pareça. Confuso, não? Mas saiba que eu te via, distante, mas via. Sempre achei curioso o modo como você agia quando estava focado em alguma coisa, jeito unicamente singular.  Observar as pessoas é meu hobbie e você por muito tempo esteve na minha lista de vítimas, talvez ainda esteja. Não vou dizer que sim, nem que não, gosto de deixar as coisas pairarem pelo ar. Tire suas próprias conclusões.

Só me olha profundamente, me escuta atenciosamente. Meu objetivo final não é ser sua namorada, quero ser sua amiga. Quem sabe me tornar a pessoa em que você possa confiar, alguém capaz de fazer você se abrir e mostrar quem realmente é e não o que quer que as pessoas vejam. Prometo não te decepcionar. Essa é a única certeza que eu posso te dar em meio ao meu mundo de incertezas e inconstâncias. Porém não ligaria de te namorar, desde que você consiga lidar com o meu mundo interiormente bizarro. Tarefa difícil já que nem eu mesma sei.

Mesmo me sentindo vulnerável toda vez que me olha, gosto do seu olhar. Constantemente tenho a sensação de que está querendo me ler. Tentando provavelmente. Mas não perca seu tempo com isso, no final você vai acabar sabendo quem eu realmente sou. Espero que meu eu te agrade, mas tudo bem também se não agradar. Enquanto não descobre se eu sou o que você idealizava, por quê não senta do meu lado, pega na minha mão e conversa? Gosto de conversar com você. Me faz bem, me transporta a lugares que por um tempo achei que não voltaria. Apenas me arraste pra longe do meu monólogo.

Estou maleavelmente cansada de ser telespectadora da minha própria escuridão, precisava de luz. Você demorou pra chegar trazendo sua calmaria, mas chegou, finalmente. Ei, olha pra mim, me cobre com seu abraço, me enlaça com a sua amizade. Deixa a gente virar o porto seguro um do outo, se livrar das dores do passado juntos, se reconstruir. Tudo bem se no final não der certo, só deixa as coisas valerem a pena por mais que seja por pouco tempo. Não sei porquê, mas faz tempo que eu não paro de pensar em você, em nós.


(Foto: Reprodução)

Olá chuchus!

Sei que eu estou meio atrasada para falar sobre A Bela e a Fera, mas vai que tem alguém aqui mais atrasado que eu né? Caso tenha, corre para o cinema que ainda dá tempo.

Desde que o filme lançou li e ouvi opiniões bem diversas, uns amaram outros odiaram. As vezes essa confusão de achismos me deixava bem insegura, porém minhas expectativas estavam lá em cima, A Bela e a Fera é o meu clássico da disney favorito. De uma coisa eu sabia, eu precisava ir ao cinema ver com meus próprios olhos e tirar as minhas conclusões.

Apesar de ter algumas diferenças nos figurinos e personagens, eu gostei muito. O ruim de fazer uma remontagem é que as pessoas sempre vão ficar comparando com a primeira, e sempre vão querer que seja exatamente igual. Mas, eu acho que mudanças sempre são boas, ainda mais vindo de um clássico que foi feito a mais de 15 anos atrás.

Fã de musicais que sou, acredito que o que pode ter incomodado alguns telespectadores da versão live-action, é que os filmes musicais são bem cansativos. São poucas as pessoas que gostam de filmes assim, no caso da  Bela e a Fera eles aumentaram a quantidade de músicas o que fez o filme ficar mais extenso que o original.

Gostei demais do cenário, apesar de terem apostado em um visual mais apagado, diferente da animação onde as cores são bem vivas, parece que combinou mais com o contexto da história. Mas não estou virando a casaca, sou apaixonada pela animação, só acho que como o começo da história é mais deprê o visual cênico favoreceu, no meu ponto de vista.

A diversidade presente no filme é bem legal também, apesar do contexto histórico onde a história se passa não favorecer muita abertura para a diversidade, os produtores deram um jeito de encaixar, o que ficou bem legal. Eles também acrescentaram um toque de humor, que não tinha tanto na animação.

Assisti o filme dublado, apesar de odiar assistir assim não tive muita opção era a sessão que tinha. Mas de tudo não achei tão ruim, pois, estava mesmo querendo ver como os dubladores se saíram. E só tenho elogios a fazer, todos cantam muito bem e as vozes dos atores combinaram bastante com os atores e suas respectivas personagens.

E pra finalizar, já que essa resenha está ficando enorme, outra coisa que me chamou muita atenção foi terem inserido o passado das personagens principais. Deram um motivo para a Fera ser tão má e fria, e um motivo para a Bela ter apenas seu pai.



Espero que tenham gostado da resenha, me contem se já assistiram ou se presentem.

Um beijo da Jujuba e até o próximo post.



Olá chuchus!

Faz algumas semana que eu não faço resenhas literárias aqui no blog, porque não estava conseguindo ler muitos livros. Mas, consegui terminar essa semana um muito legal da série Fala Sério de uma das minhas autoras favoritas, inclusive já falei dela várias vezes aqui, Thalita Rebouças.

A série Fala Sério é dividida em vários livros contando a história da mesma personagem, a Maria de Lourdes, ou Malu, como ela prefere ser chavada. Os livros não contem histórias continuas, são crônicas que mudam de acordo com a idade da personagem, ou seja, cada capítulo é uma idade diferente.

Dentro desse formato a Thalita criou vários fala sérios, como o mãe, pai, irmão, irmã, professor, amor e amiga (acho que são esses, posso ter esquecido algum). Inclusive já escrevi resenha do Fala Sério Mãe aqui. Tem também o Fala Sério Filha, que ainda não li, mas acredito que seja narrado pela mãe da Malu, Angela Cristina.

Agora que vocês já entenderam como funcionam os livros, caso não soubessem, bora lá para a resenha de Fala Sério Professor.

Apesar de ter alguns livros dessa série eu só consegui ler o Fala Sério Mãe e o Fala Sério Professor, o primeiro que li da série, achei engraçadíssimo. Na verdade os dois que li são muito engraçados, mas o Fala Sério Mãe para mim foi mais um livro para me divertir não senti uma identificação, como senti ao ler o Fala Sério Professor.

As crônicas continuaram bem humoradas, você dá boas risadas (dica: não leia em locais públicos se não quiser passar vergonha). Apesar do livro ser dividido em crônicas, a Thalita faz ligações entre as histórias dos livros, como se a personagem lembrasse daquele momento. O legal disso é que apesar de não ser uma história corrente, você liga os pontos da vida da personagem tornando ela uma história contínua.

Me identifiquei com várias partes do livro, pois, me fez lembrar da época da escola. Atitudes que eu tinha na escola, inclusive acho que eu e a Malu somos alunas muito parecidas (risos). Também tem algumas atitudes digamos que clichês que geralmente os professores tem, que me fez pensar em vários professores que já tive na vida.

Me contem se já leram o Fala Sério Professor ou algum livro da série.

Um beijo da Jujuba e até o próximo post.


(Foto: Reprodução/Tumblr)


Querido diário,

As vezes parece que eu não sou desse século, há discussões, suposições, afirmações e negações que são tão, não eu. Sinto falta de coisas antigas, dos valores, do modo como as pessoas viviam. Isso não se trata em ser machista ou feminista, se trata apenas de vida. Muitas vezes me pego pensando em como seria viver meus 20 anos na década de 60, sem internet, menos vida social, mais vida real. 

Imagina a sensação de uma garota apaixonada ao aguardo da carta de seu amado. As vezes demoravam dias, meses. Imagine só você ficar dias sem ter contato direto com aquela pessoa que gosta, a espera apenas de uma carta. Talvez, nós da geração tecnológica não nos acostumaríamos. Somos tão imediatistas, as vezes até demais.

Fico pensando na adrenalina de um cara ao ir na casa da amada para pedir sua mão em namoro. Nos namoros simples, sem maldade, namoros de mãos dadas e beijos na bochecha, no respeito. Não estou dizendo que nesse século isso tenha sido extinto, deve existir em algum lugar desse país. A questão é que esses pequenos atos deixaram de ser essenciais e passaram a ser banais e retrógrados, o que ao meu ver é uma grande perca.

Estar ansiosa a espera do próximo capítulo da rádio novela, como se estivesse esperando o próximo capítulo de Avenida Brasil, só que pelo rádio. Ouvindo apenas as vozes dos atores e imaginando quem seriam os donos daquelas vozes. Eu particularmente, amaria trabalhar em uma novela assim, onde as pessoas me reconhecessem pela minha interpretação e não por quanto do meu corpo está a mostra.

As roupas me encantam tanto, os vestidos rodados, estampados, florais, com cores vibrantes, neutras. Os cabelos diferentes com penteados variados. Engraçado pensar que uma mesma sociedade, pode mudar tão radicalmente. Isso não quer dizer que é ruim, desde que surgiu a humanidade as coisas sempre foram assim. Sempre louca e instável, em constante processo de transformação.

Festas da velha guarda, recheada de diversão e respeito, dançar até cansar ao som de Celly Campelo, Roberto Carlos ou alguma banda legal que não me recordo. Musicas que divertiam o pessoal sem denegrir a imagem da mulher e do homem. Não ter que conviver com tamanha maldade e desrespeito que tem hoje em dia.

Sinto falta de estar em uma sociedade que não ache que o sexo é o mais importante, sexo é importante para uma relação, é bom e tal, mas não é o essencial. É só um complemento, pra mim é, mas para a grande maioria ao meu redor é o mais importante. Ao meu ver é bem ruim, e o caráter, honestidade, perseverança, não contam?

Talvez as coisas nos anos 50 e 60 nem fossem tão maravilhosas quanto eu idealizo, mas eram diferente do que é hoje e eu me sinto um pouco triste por estar aqui nesse mundão agora, e não naquela época. Mas, ao mesmo tempo me sinto extremamente grata a Deus pelo dom da vida. pela oportunidade de acordar e levantar bem e com saúde todos os dias.