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Esses dias lembrei de uma coisa que um velho amigo me disse um dia desses. Basicamente olhou nas profundezas dos meus olhos e concluiu que o que mais admirava em mim era o fato de independente do dia e dos acontecimentos, meu sorriso continuava aqui. Recordar esse fato fez questionar a mim mesma o que aconteceu com esse meu eu, em qual esquina da vida se perdeu? Acho que nunca senti tanta falta de mim eu como sinto agora.

Meu sorriso continua aqui, mas é falso. Não sei quando isso começou, mas sei que faz um tempo, meses, talvez anos. Tento me lembrar o que me tornou tão fechada, tão cheia de armaduras mas não me lembro. Talvez tenham sido os relacionamentos frustados, as amizades que nunca realmente foram verdadeiras como eu pensava que eram, talvez não. Posso simplesmente ter me fechado no meu mundo e agora não sei como sair e nem como deixar pessoas entrar.

Procurei verdades absolutas, verdades em construção, verdades de outras pessoas e nem me esforcei para procurar as que seriam de fato minhas. Fugi das mentiras sem nem saber se eram mesmo mentiras. Peguei o que era dos outros e tornei meu, formei uma personalidade, virei uma fantoche. Me moldei ao que eu achei que faria as pessoas terem motivos para ficar, mas mesmo assim elas se foram. No fim, me perdi no meio das minhas certezas e agora nenhuma delas faz sentido. 

Não sei pra onde ir, nem o que pensar. Em quem eu posso confiar? Ninguém mais me parece familiar. Sou uma estranha jogada no mundo sem um porto seguro para se confortar. É estranho pregar tanto o amor próprio e o auto bastar, porém continuar querendo um alguém com quem possa me confortar. Não um alguém amoroso apenas, um alguém amigo que não julgue o que eu tenho a falar. Alguém que eu ouça e que queria me escutar.

Queria voltar a ser leve, como a neve, como meu eu anterior. Mas será que meu eu de antigamente de fato era leve? Ou apenas conseguia fingir melhor as angústias do que meu eu atual? Não sei se um dia essas perguntas vão ser respondidas, mas sei que eu quero a calmaria. Quero me livrar das amarras, repensar meus conceitos morais e buscar a paz. Onde será que ela se esconde? Parece que não gosta muito de mim, é difícil encontra-lá por aqui.


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Uma vez me perguntaram o que eu vejo de bom nessa “liberdade” de ser solteiro e ficar com quem eu quiser, sem laços e sem alguém para dividir as memórias. Na época eu respondi “Aaah, a liberdade. Ela é tão bonita e aconchegante que eu prefiro ela à outra coisa. Quem não gosta de sair sem dar satisfação para ninguém? Gastar horas conversando e bebendo em uma festa com seus amigos? Conhecer alguém legal do outro sexo sem o famoso ciúme te enchendo? Sério, isso é tão bom que não consigo me imaginar de outro jeito”.  

Faziam poucas semanas que eu tinha terminado um relacionamento e eu só pensava em curtir, beber e alcançar aquela bendita liberdade que todos os meus amigos solteiros veneravam. Mas não é bem assim que a banda tocou, não para mim. No começo foi mil maravilhas, frequentei diversas baladas, festas e barezinhos. Gritei a mil por hora em um carro com os meus amigos em plena madrugada. O mundo era todo meu e eu até consegui provar o gosto de ser livre.  

Com o tempo, fazer todas essas coisas não era mais tão satisfatório quanto antes. Comecei a inventar diversas desculpas para não ir naquela festa com pessoas vazias, ou para não ficar até mais tarde no bar depois da faculdade. Claro, ainda frequentava algumas festas, pois a maioria dos meus amigos estavam nelas. Mas eu estava com uma enorme ressaca dessa vida e sentia que algo estava extremamente errado. 

Então, em um dia chuvoso dentro de um supermercado, daqueles walmart’s que vende desde comida à coisas para casa e decoração, eu descobri que o que estava errado era o buraco de minhoca que crescia em meu peito e que sugava a minha felicidade. Cacete, eu não estava sendo eu mesmo! Eu sou daqueles que planeja todo o futuro quando vai ao supermercado e vê coisas legais para decoração de casa. 

Sou uma pessoa intensa e que gosta de coisas clichês, entende? Não fui feito para ir a festas toda semana. Sinto que nasci no século errado, pois é difícil achar alguém tão intenso quanto eu. Sessões de filmes em casa em um dia frio, pegar a estrada de madrugada para ver o nascer do sol na praia, uma peça de teatro em plena semana com um jantar para finalizar, cozinhar juntos e depois ficar de bobeira. Todas essas coisas me encantam. 

Comecei a perceber que a “tal liberdade” é relativa para cada pessoa, pois um casal também tem a liberdade que uma pessoa solteira tem. Apenas com pequenas restrições que você nem vai ligar de tê-las. Você ainda vai pode ir para as festas, viagens, beber com alguns amigos... Só que agora você poderá dividir suas memórias com outra pessoa. A liberdade está aí para quem quiser senti-la e quanto mais maduro você fica, mais você quer ser livre ao lado de outra pessoa. 

- Gabriel Marsh


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Sinto que meus pensamentos são meu presidio, tento fugir mas não consigo, afinal, está tudo na minha cabeça. Vez ou outra estou feliz, repleta de pensamentos positivos e esperançosos sobre o futuro que me aguarda. Porém, os dias tristes acabam vindo e eu ainda não sei como lidar com toda essa escuridão, faz tempo que eu convivo com ela. Há momentos em que eu gosto dela, em contra partida, ela me leva a um profundo vazio. Lugar em que não consigo sair facilmente, mesmo pedindo ajuda apenas meu eu é capaz de me tirar de lá.

Pensar em coisas que eu não gostaria já virou de lei. Juro que tento afastar minhas trevas, mas elas são muito mais fortes do que eu. Sinto a constante sensação de que não tenho controle sobre a minha própria mente. Faz parecer que as coisas sempre dão certo para todo mundo menos para mim. O amor, por exemplo, nunca bateu na minha porta. Fico me questionando se eu sou o problema, se eu o espanto, se não sei amar o suficiente para ser amada de volta. Talvez o problema além de ser interno seja externo também. Será que falta beleza suficiente para alguém querer ficar?

Acho engraçado o modo como as pessoas que passam pela minha vida me olham. Muitas acham que me conhecem o suficiente, mas  nenhuma nunca suspeitou que meu interior anda estranho. Fico me questionando se sou boa em fingir estar feliz, ou se elas realmente não se importam. Como podem dizer que me conhecem se nem ao menos notam que algo está errado? Quero um alguém que realmente olhe pra dentro de mim e esteja disposto a me ajudar. Acho que esse alguém não existe, se existe ainda não fomos apresentados. Quem sabe  um dia a vida nos apresente um ao outro.

Me sinto tão usada pelas pessoas. Como se eu fosse uma folha de caderno, onde coisas são escritas e caso haja um erro ortográfico, é amassada e jogada fora. Apesar desse sentimento, continuo deixando entrarem na minha vida porque eu também as uso. São como um escudo, me distraem, me tiram da minha excessiva solidão. Não me sinto bem em reclamar de ser usada e usar, mas eu tenho que tentar me manter na luz de alguma forma e esse é o melhor jeito. O problema é que quando se cansam de mim, minha única companhia volta a ser a solidão.





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Nunca sei ao certo o que você quer, as vezes parece mais confuso que eu. Sei que me esconde coisas nas entrelinhas, mas não sei se o seu ocultar serve para não me machucar. Te afastar não estava nos meus planos, eu só tenho muito medo de me apaixonar. Sou controladora, não gosto de bagunça no meu coração, apesar de estar me sentindo em meio a zona agora. Ao contrário do que você imagina o que eu acredito não me prende a nada, faço isso muito bem sozinha.

O primeiro dia em que nossa pele se encontrou de maneira mais intensa eu estava com medo, morrendo de medo. Aos poucos fui sendo tomada por ele, achava que eu era boa demais para conseguir controlar esse sentimento, mas não fui. Encontrei coragem suficiente para continuar querendo o seu respirar próximo ao meu, já a coragem para lidar com meu conflito interno não achei. Queria que você tivesse tido a vontade de me entender, não apenas me julgar.

Não te amo, não sou apaixonada por você, mas eu gosto de você e esse sentimento prende meu olhar em ti. A propósito tenho uma listinha de decepções, todas causadas por você. Em algum momento passou pelo seu intenso pensar que já me machucou? A culpa de todos esses conflitos não é só minha, é nossa. Então por favor, não procure um pedestal para a sua santidade, que eu não vou procurar para a minha. Sabemos bem que ambas são inexistentes.

Naquela noite ventosa em que disse que tudo o que tivemos não passou de uma recaída, me feriu. Me senti como se tivesse ido fazer um trabalho e após satisfazer meu cliente tomei meu rumo. Não esperava juras de amor, sabia onde estava me metendo. Esperava um pouco mais de carinho, compreensão, sensibilidade, você sabe que apesar de não demonstrar aqui dentro tem muita vulnerabilidade. Talvez eu não queira mais que a conheça, me incomoda. 

Me abri verdadeiramente com você, te mostrei meu eu que ninguém conhece. Para ser sincera, nem sei ao certo porque deixei você conhecer tão bem esse meu lado. Se tivesse se atentado aos meus detalhes saberia que não me abro com o primeiro desconhecido que avisto. Como ousa duvidar de mim? Ao longo dos dias o desinteresse bateu mais na sua porta que na minha. Parou de fazer sentido saber se ainda escrevo, saber o que sinto, saber o que sou.

Alguns caras me olham, me querem e apesar dos nossos erros meu olhar ainda continua seu. Por sua vez, o seu olhar permanece fixo no meu corpo. Eu sei que o quer, esse é o problema, quer o externo não o interno. Gosto da intensidade, mas você não estava pronto para vive-la comigo. Poderia te deixar sem ar, te surpreender com as coisas que sou capaz. Porém, você preferiu as suas certezas, elas te davam mais comodidade. Não te quero pela metade, é tudo ou nada.

Te magoar não estava nos meus planos, gostaria muito de ter te devolvido de imediato todo o carinho que me deu. Mas você sempre disse que não gosta que invadam seu espaço, gosta de viver sem exposição e quando me trouxe a exposição eu não sabia o que fazer. Afinal estava me preparando para o contrario dela. Desculpa pelos não beijos, você me surpreendeu neste quesito. Estava tão preocupada em te agradar que te decepcionei. Não me leve a mal queria muito ser sua, sua por inteiro. Talvez como eu nunca quis ser de alguém.

Brigar com você e quase destruir nossa amizade não foi legal. Quero muito preserva-la apesar de parecer contraditório depois de tantas palavras escritas. Sou meio estranha, meio confusa, ouvinte assídua de MPB e mesmo assim via um futuro com você. Tenho um pouco de Elis Regina, sou louca, impulsiva, ao fim de qualquer forma você fugiria de mim. Não sou a paz que você procura sou a confusão que você se esconde. Vamos deixar o que não deu certo no passado e seguir sendo amigos é nossa melhor opção no momento, nós dois sabemos disso. Não quero continuar chorando por não saber o que fazer com a gente.





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Olá chuchus!

Faz tempo que eu não falo sobre cinema por aqui e como eu fui ao cinema ontem, achei legal comentar sobre o filme que assisti. Sim, eu tenho 20 anos e fui assistir "Meus 15 Anos" e não, eu ainda não amadureci (kkkk). Eu amo filmes, séries, revistas e livros que falam coisas sobre o mundo teen. Inclusive, sou muito zoada pelos meus amigos da faculdade por causa disso. É a vida né? Fazer o que. O legal é que a minha mãe também gosta de filmes e livos com essa pegada bem teen, então a gente se diverte juntas. 

Sinopse do filme:

"Aos quatorze anos de idade, Bia (Larissa Manoela) descobre que vai ganhar uma grande festa de quinze anos. Mas tem um problema: a garota sonhadora e apaixonada por música não tem muitos amigos para convidar ao evento, por ser pouco popular na escola. Ela conta com a ajuda do único grande amigo, Bruno, e do pai Edu, para consertar a situação."

Resenha:

Ele é um típico filme adolescente, se você espera assistir algo inovador, nem vai. Porque ele é bem previsível, bem clichê. Mas pra mim foi ótimo, eu gosto de clichês. A Bia é aquela garota nerd, que não tem muitos amigos e isso está tudo bem para ela. Assim ela evita chamar atenção, fica invisível no seu cantinho. Confesso que o jeito da personagem me lembrou meus tempos de escola. Apesar de hoje eu possuir facilidade em criar amizades, as coisas nem sempre foram assim. No meu tempo de escola eu era a nerd que sentava na frente na mesa do professor e abria a boca só pra falar com a melhor amiga e talvez uns meninos que fossem mais chegados. Teve uma época em que eu era a melhor amiga nerd e feia da menina mais gata e popular do colégio, mas mesmo assim eu me esquivava do holofote, a sombra era a minha praia.

Mas chega de falar de mim, bora voltar para o filme. Apesar de ser muito na dela, ela tem um melhor amigo, o Bruno. Que é um cara super parceiro e gente boa, sempre está do lado dela e vive dando uma forcinha para que ela perca a timidez e mostre o talento que tem. Ah, esqueci desse detalhe! A Bia ama cantar, toca ukulele e escreve musicas. O Bruno por sua vez também gosta de música, canta, ajuda a Bia a escrever musicas e toca violão. Como um bom clichê adolescente, não demora muito pra gente perceber que o Bruno tem uma quedinha pela melhor amiga. E é claro que todo mundo percebe isso, menos ela.   

O Edu, pai da Bia, é um figurassa. Ele é aquele tipo de pai bem inconveniente no bom sentido da inconveniência (kkkkk). Como ele trabalha com eventos, vira e mexe ele busca a Bia na escola vestido de Mariate, salsinha e outras coisas que quase não são constrangedoras para um adolescente. Essa parte eu achei demais e lembrei muito da minha época de escola. Tem uma fase da nossa vida que a gente não quer mais que os nossos pais nos levem ou nos busquem, rola aquela vergoinha boba. Admito que tive uma fase assim. Acho que se meu pai aparecesse na porta da minha escola na época vestido de comida, eu surtaria. Mas hoje eu iria achar super engraçado e realmente não me importaria.

O enredo começa a se desenrolar quando surge uma grande promoção em um shopping. A promoção era o seguinte, se você fizesse compras no shopping teria direito a um cupom para concorrer a uma festa de 15 anos. Não uma simples festa, mas A FESTA. Com direito a tudo, inclusive show da Anitta. Até eu queria essa festa, gosto demais da Anitta. Me julguem! O único problema é que a Bia não quer de jeito nenhum essa festa. Ao ver dela não iria ninguém, pois os únicos amigos que tem são o pai e o Bruno. Outro detalhe que esqueci de passar, a mãe dela faleceu há uns anos. Então ela mora com o pai, que é um paizão por sinal.

Em uma das conversas que ela teve com o pai, ela disse que nem tudo o que ela fala que não precisa quer dizer que não quer. Usando essa linha de raciocínio, o Edu achou que ela amaria a festa. Mas quando ela soube que ganhou o concurso, ficou meio furiosa. Coisa de adolescente. E é ai que entra a invejosa. Todo livro ou filme adolescente, tem que ter uma né? É de lei. Como a Bia tem um gênio forte, apesar de tímida acaba ganhando forças e coragem para aceitar fazer a festa. Daí por diante, gente fazendo de tudo para conseguir um convite para a festa não faltou.



Gostaria de especificar mais, mas acabaria jogando um spoiler sem querer. Então se você gostou, corre para o cinema que ainda dá tempo. Me contem o que acharam da resenha e se já foram ao cinema conferir o filme.

Beijos da Jujuba e até o próximo post.




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Não consigo entender por quê me ama. Justo eu tão pequena, miserável, pecadora. Parece que não vê minhas faltas, pois continua a me amar, me cuidar, me consolar, apesar de muitas vezes eu o abandonar. Pode parecer hipocrisia, mas eu o amo. Talvez não tanto quanto você me ama, mas o amo. Pois, mesmo sem nunca ter o visto, te desejo ao acordar. E quando me afasto de ti, sinto sua falta a cada instante. Mesmo, ainda assim, me afastando várias vezes ao longo do tempo não consigo viver sem ti.

Quando cogito pensar que viveria melhor sem ti, sempre quebro a cara. Pois as minhas escolhas nem sempre são tão boas quanto as tuas. Talvez suas escolhas me doam na carne, mas quando passa a tempestade, consigo enxergar o quanto aquela dor foi boa para me fortalecer. Vejo que o meu querer não era o melhor pra mim. Os caminhos fáceis que busquei me levavam cada vez mais para escuridão, me tornavam infeliz, amargurada. No começo até tinha uma falsa felicidade, mas ao deitar minha cabeça no travesseiro aquelas más escolhas pesavam.

Sei que não mereço o seu amor, sei também que não vai desistir de mim tão fácil, mas caso um dia pense nessa possibilidade, por favor, não a faça. Não sei o que seria de mim sem a tua presença. O amo demais, mais que qualquer coisa ou pessoa que já tenha passado na minha vida. Sou totalmente dependente de ti, fico perdida quando não o vejo. Assim como uma criança se desespera quando perde os pais de vista em meio a uma grande multidão.

Então por favor não desista de mim, continue a me amar. Segura firme a minha mão e me guie, me ensine a te amar cada vez mais, é o que eu quero para minha vida. Quero que esteja ao meu lado me ajudando em minhas escolhas. Me mostrando quem você quer que esteja ao meu lado. Para que eu e as pessoas escolhidas possamos segui-lo, para que a gente possa viver nossas vidas sem deixar de ama-lo. Afinal, apesar de toda essa minha treva, tu és o amado de minha alma. 








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Não quero romances de novela ou de filmes. São lindos, não nego, o casal é totalmente apaixonado, mas, até chegar o fim da trama vivem em pé de guerra. Não quero isso pra gente, sou encantada pela calmaria. Ao seu lado quero a sensação parecida com a de observar o movimento das ondas do mar em uma praia vazia. Gosto da loucura dos seus abraços sinceros e os beijos demorados, que a nossa insanidade esteja presente apenas nisso. Na vida as coisas devem ser doces, com guerras tranquilas, sem gritos, sem brigas, sem magoas, apenas conversas sérias caso necessário.

Estou cansada dos gritos, convivi com eles no passado e não os quero mais. Por favor, seja meu porto seguro, minha tranquilidade. Preciso de segurança, não de dúvidas. Alguém que planeje meu não planejamento futuro ao meu lado, tudo bem pra você? Prometo que serei sua calmaria, sua segurança, confiança, tranquilidade com um pouco de insanidade, afinal qual é a graça de ser apenas são? É necessário uma pitada de loucura, uma colher de chá de desejo e uma colher de sopa cheia de saudade, pra que a gente não se enjoe.

Quero encontros simples, conversas sinceras, honestidade. Posso te dar todas essas coisas, só preciso que me dê o mesmo. Se for demais pra você, me avisa que me afasto. Não vamos perder tempo um com o outro, não quero te usar e nem quero que me use. Já fui usada por tantas pessoas, é demais pedir para respeitar minha sensibilidade? Sou como vidro, estive em cacos e eles cortaram pessoas especiais. Não quero te cortar, nem quero ser quebrada novamente. Podemos fazer um trato sobre isso, o que você acha?